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MUSEUS
MUSEU
FERROVIÁRIO – situado na antiga Estação Pedro Nolasco da ferrovia Vitória-Minas,
no bairro de Argolas, às margens da baía de Vitória foi construído em
1927,como nome de Estação São Carlos e em 1935 passou a denominar-se
Pedro Nolasco. Foi inaugurado em 1998 pela Vale do Rio Doce e está sendo
mantido pela mesma. Possui um rico acervo de fotos, materiais, objetos,
uniformes e a maior maquete ferroviária da América Latina. Após a
visita o turista é convidado a conhecer o Café do Museu, um dos mais
charmosos da cidade, oferecendo aos visitantes cardápio variado, música
ao vivo e ambiente acolhedor. Horários de visitação: de 3,4ª e 5ª
feiras de 10 às 18 horas, 6ª feiras de 12 às 20 horas, Sáb. e Domingos
10 às 18 horas e Feriados (sob consulta prévia. .através do Tel: (27)
226-2343. Café do Museu / Funcionamento: 5ª, 6ª e Sábados até 01 hora
da manhã.
MUSEU
HOMERO MASSENA – localizado na Prainha numa casa onde viveu por 23 anos
o pintor mineiro que se fixou em terra capixaba. o museu foi tombado pelo
patrimônio histórico do Espírito Santo, e lá encontramos quadros e
objetos do artista. Horários para visitação: de Segunda a Sexta-feira
das 08 às 18 horas. Sábados, domingos e feriados de 10 às 16 horas.
Tel: (27) 329-0555.
CASA
DA MEMÓRIA – localizada ao lado do Museu Homero Massena, na Prainha,
guarda toda a história de Vila Velha, através de fotos, jornais,
revistas, objetos e outros materiais. É possível “viajar” no tempo e
conhecer a história do Estado do Espírito Santo.
MONUMENTOS
HISTÓRICOS
CONVENTO
DA PENHA: patrimônio histórico e religioso do Espírito Santo. Foi
fundado em 1558 pelo Frei Pedro Palácios. Localizado a 154 m de altitude
e cercado por flora exuberante. Possui em seu acervo uma das telas mais
antigas em solo americano – Nossa Senhora das Alegrias, da Escola ibérica
do início do século XVI, além de quatro telas do pintor paulista
Benedito Calixto. Do alto, tem-se a mais bela vista do Estado. De lá é
possível observar parte da Ilha de Vitória/Capital e toda Vila Velha. No
mês de abril comemora-se a Festa de Nossa Senhora da Penha, padroeira do
Estado do Espírito Santo. Horários de Visitação: de Segunda a Sábado
de 05:30 às 16:45 horas, Domingos e feriados de 04:30 às 16:45 horas.
Informações: (27) 329-0420.
IGREJA
DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO – construída em 1551, é a mais antiga do
Estado e uma das primeiras a ser construída no Brasil. Localiza-se entre
as Praças do Obelisco e Octávio Araújo, na Prainha, próxima a entrada
do Convento da Penha.
FAROL
DE SANTA LUZIA – situado em terreno rochoso, encosta íngreme na Ponta
da Santa Luzia, entre o Morro do Moreno e a Praia da Costa. Construído na
Escócia em 1870, pela iniciativa do Barão de Cotegipe, o Farol mede 12 m
de altura, 9m2 de base, sua luz, produzida por lâmpada de 3.000watts,
atinge 17 milhas marítimas. Seu funcionamento é feito à álcool, gás e
eletricidade, um sistema adquirido na França. Serve de orientação à
navegação direcionada aos Portos de Vitória, Vila Velha e Tubarão.
GRUTA
FREI PEDRO PALÁCIOS - trata-se de um vão formado pela natureza embaixo
de uma grande pedra situada na base da montanha, junto à Prainha de Vila
Velha, ao lado esquerdo do portão da “Ladeira das Sete Voltas” ou
“Ladeira da Penitência”. Segundo alguns historiadores, foi a primeira
residência do Frei Pedro Palácios no Espírito Santo.
FORTE
SÃO FRANCISCO XAVIER – junto ao morro da Penha, Vasco Fernandes
Coutinho teria construído uma pequena fortificação em 1535. Sua ampliação
iniciou-se no ano de 1700 por D. Rodrigo Costa, sob a direção do Capitão
Mor Francisco Ribeiro, que em 1703 deixou o Forte adiantado, mas em 1705,
sofreu investidas de ingleses e holandeses. O Conde de Sabugosa mandou
reedificar o Forte, conhecido como Forte “São Francisco Xavier da
Barra”, em 1726, dando-lhe forma circular e aparelhando-o com 15 peças.
Em 1862, foi cedido à Marinha e passou a servir como armazém, e logo após
como a 1ª Escola de Aprendizes de Marinheiros, extinta em 1866.
Reorganizando a Escola em 1909, o 3º Batalhão de Infantaria. O Forte São
Francisco Xavier, é o marco do início da Colonização, como da presença
do Exército no Estado. Importante peça na proteção do ouro das Minas
Gerais no século XVII e XVIII. No Parque da Prainha, dependências do 38º
BI. (visitação deve ser marcada com antecedência).
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