|
Aí
galera, esse mês vamos falar de um assunto que está totalmente em
alta, mas que nem todos têm dado a devida importância. É
essencial para o equilíbrio do ambiente a vida de todos os seres, a
saúde e as
atividades humanas. Já descobriram qual é o assunto? Pois é
pessoal, a “pegadinha” é bricadeirinha, mas o papo é sério,
vamos falar da ÁGUA, um bem tão valioso, mas nem todos sabem,
escasso.
A
água é definida um recurso vulnerável, finito e escasso em
quantidade e qualidade, por isso, trata-se de um bem econômico. Ela
ocupa ¾ do planeta Terra, mas 97% desse volume é de água salgada
dos mares e oceanos e 2% estão nas geleiras. A água
doce acessível para o consumo humano representa menos de 1%
da água existente. Imaginem que dentro
desta estatística assustadora, ainda tem mais, 80% dos
esgotos do nosso país não recebem qualquer tratamento e são
despejados em rios, mares, lagos e mananciais e como conseqüência
disso, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a cada dia
morrem no mundo 25.000 pessoas devido a doenças relacionadas com a
falta ou a má qualidade da água. Tá demais, né?
Países
como Estados Unidos, Índia e China, já são exemplo de lugares
onde os recursos naturais estão saturados, existem rios que outrora
eram motivo de orgulho e prosperidade e hoje não passam de córregos
ou esgotões a céu aberto, quando chegam a isso! Mas não
precisamos ir tão longe, aqui pertinho da gente temos o “Velho
Chico”, esse mesmo, o rio São Francisco está morrendo, como
muitos outros em nosso país, tão rico em recursos e tão pobre em
consciência.
Neste
século muitos países deverão enfrentar esse dilema, de como
equilibrar as necessidades humanas com as exigências de sistemas
naturais vitais para sustentar a vida no nosso planeta. Alguns
esperam que
novas tecnologias, tais como a dessalinização da água marinha,
virão solucionar os problemas de um mundo que carece de água, mas
muitos acreditam que o processo não se popularize, devido ao alto
custo, inviável para muitos países. Estudiosos e ambientalistas
acreditam que com o aumento da população e da demanda por
alimentos será indispensável aproveitar melhor cada gota d’água.
De que forma? Usando menos e reutilizando! A mudança desse cenário
não depende somente de leis e iniciativas governamentais. Cada
cidadão tem o direito e o dever de zelar por nossas águas, numa
gestão participativa.
Para
saber mais sobre a Declaração Universal dos Direitos da Água, clique
aqui!
Pessoal,
aloou...Tá na hora da gente prestar mais atenção no que é
importante de verdade!
Danielle
Passos Gomes
|