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N
Nan
pla: molho
de peixe tailandês. Poção mágica criada pelos tailandeses para
temperar todo tipo de quitute, de carne a fruta.
Nan
prik: molho
de camarão, outro clássico da culinária tailandesa usada em todo tipo
de receita.
Napar:
cobrir totalmente com molho espesso (termo português).
Nassu
(berinjela): não
há variações quanto à qualidade. Deve-se escolher aquelas que não estejam
machucadas, cuja cor seja roxa-escura e bem brilhante. É deliciosa quando frita
ou em conserva.
Negui,
wakegui e asatsuki (cebolinhas verdes):
estas variedades de cebolinha são muito utilizadas na cozinha japonesa.
A negui divide-se em duas subvariedades: ha-negui é verde em sua maior
parte, e apreciada justamente por isso; o nebuka-negui tem a parte branca mais
desenvolvida que a verde. O wakegui, que mede de 20 a 30 cm, é mais fino e
macio que o negui, e tem um sabor menos ardido. É delicioso quando rapidamente
cozido (apenas 1 ou 2 segundos) em água fervente. Tanto o negui quanto o
wakegui são ingredientes do sukiyaiki e de outros pratos preparados à mesa (nabemono).
São indispensáveis para tirar o gosto forte do peixe. O asatsuki é a
cebolinha verde mais delicada, de sabor leve e aroma muito suave. Mede de 10 a
15 cm e é usada, de preferência, cortada bem fina, para dar colorido a sopas
ou para temperar pratos.
Nirá:
folha de alho.
Nori:
é a folha
processada (seca) de alga, de baixas calorias e alta taxa de iodo e vitamina A.
É um ingrediente básico do sushi, depois de tostada diretamente na chama até
desprender um aroma especial e se tornar levemente crocante. Atualmente, existe
à venda um nori tostado, o yaki-nori. Existem outros produtos feitos à base de
nori: ajitsuke-nori, seco e temperado; aonori, em pó, para salpicar sobre a
comida; nori cozido em molho de shoyo e temperos (nori-tsukudani), etc.
Noz-moscada:
utilizada tanto para salgados quanto para doces, pode ser encontrada em pó
ou inteira, para ser ralada. Deixa um sabor diferente em recheio de
massas, em carnes e até em coquetéis. Também empregada em marinados,
assados, legumes, molho branco, doces de sabor delicado e em pães de
massa fina. Originária do Oriente. Fica ótima no purê de batata, sendo
usada, também, em bebidas à base de chocolate.
O
Ohashi:
palitinho de madeira (talher japonês).
Óleo
de semente de gergelim:
é
um óleo fortemente condimentado, feito de sementes de gergelim tostadas e usado
como tempero. Geralmente é adicionado no final da elaboração dos pratos. Pode
ser encomendado em lojas de comida oriental e se conserva indefinidamente.
Ora-pro-nobis:
em latim que dizer "rogai por nós". É uma das principais estrelas da
culinária de Tiradentes, cidade histórica de Minas Gerais/Brasil. Trata-se
de uma trepadeira cujas folhas suculentas se assemelham às da roseira.
Possui alta concentração de proteínas (25%), sendo por isso conhecida como
"carne de pobre". É ingrediente de diversos pratos, como sopas, refogados,
mistos, mexidos, omeletes e misturada ao feijão. Quando não encontrada,
pode ser substituída pela couve.
Orégano:
erva
usada como tempero, especialmente em pratos típicos da cozinha italiana,
como molhos de tomate, berinjela à parmegiana, massas e pizzas. Também
pode ser usado em caldos de verdura, em carnes, peixes e aves. Originário
do Mediterrâneo.
Ova:
ovos de peixe.
P
Pacu:
peixe comum nas bacias do Amazonas, Araguaia-Tocantins, Prata e São
Fancisco. pode ser encontrado em rios, lagos e na floresta inundada. É
muito popular na culinária do Norte do Brasil.
Panar:
o mesmo que envolver em ovo e farinha de rosca (termo português).
Pan-briol:
cozinhar numa panela quente ou numa grelha, destampado, retirando gordura assim
que se acumula.
Paellera:
Panela especial para se preparar a paella. Prato típico espanhol que combina
arroz com carne de ave, legumes e frutos do mar e é temperado com uma
especiaria chamada açafrão.
Paio:
pode ser tanto o embutido de carne de porco, envolto em tripa grossa, como um
bife fino, também de carne de porco, que se come cru (culinária portuguesa).
Pan
de aceite:
pão preparado com massa similar à do brioche (termo espanhol).
Pão
ázimo: Pão confeccionado sem uso de fermento, muito utilizado nas
culinárias de origem judaica.
Pão
de miga:
pão de fôrma de massa leve, com miolo branco e quase sem casca (culinária
portuguesa).
Pão-duro:
Espátula de material plástico duro utilizada para raspar as vasilhas de
batedeiras e misturar preparações frias.
Papel-manteiga:
Também conhecido como papel opaco manteigueiro é um papel de cor branca,
vendido em rolos ou folhas, utilizado para fins culinários.
Papillote:
invólucro de papel usado para assar principalmente carnes. Preserva os
aromas e sucos do alimento (termo francês).
Papoula:
as sementes dessa planta tem sabor e textura agradáveis, além de
contribuir com o aspecto visual de vários pratos. São utilizadas em
saladas, biscoitos, strudel, ovos mexidos, patês, salgadinhos e pães, além
de doces, bolos e compotas, proporcionando um sabor amendoado.
Páprica:
com
frutos semelhantes a um pequeno pimentão (Capsicum annuum)
existe
em dois tipos, a apimentada e a doce, mais suave, utilizada em ensopados,
patês, saladas, carnes e aves.
Sua origem é duvidosa, pois afirmam ser européia ou da América Central.
Muito utilizado na culinária húngara. É um pó avermelhado e seus
frutos são secos e moídos, obtendo-se a páprica em pó. Também
utilizada no Goulasch, em arroz, pratos com ovos e em algumas saladas.
Parfait:
sobremesa de sorvete, frutas e creme de leite.
Parrilla:
é o nome que se dá ao preparo de carnes na lenha, sobretudo na Argentina e
no Uruguai.
Passas
sultana: uvas
passas feitas com uvas sem sementes.
Pasta:
1. Mistura de farinha ou amido de milho com água. 2. Uma mistura de alimentos
moídos combinados junto até ficar cremoso. 3. Termo italiano que define todas
as massas feitas com farinha, água, ovos ou semolina, recheadas ou não.
Pasta
de gergelim:
feita
de sementes de gergelim, é uma pasta forte, cremosa, muito usada da cozinha do
norte e oeste da China. Se não encontrá-la, pode substituí-la por manteiga de
amendoim.
Pâté:
alimentos moídos finos ligados com uma substância.
Pecan:
é uma fruta seca, originária dos Estados Unidos, semelhante à noz, tanto na
aparência quanto no sabor.
Pechuga:
peito de ave separado em dois (termo espanhol).
Pecorino:
queijo italiano feito com leite de ovelha, de consistência firme e sabor
forte e picante.
Pelar:
retirar a pele.
Peneirar:
colocar ingredientes secos através de uma peneira fina ou separador.
Pequi: fruto
perfumado cuja polpa carnuda envolve um caroço formado por pequenos
espinhos e muito empregado na culinária do Norte do Brasil, principalmente
nos pratos à base de arroz, de feijão e de frango. O licor de pequi também
é muito apreciado.
Pescada:
é talvez o peixe mais consumido no Brasil, por sua carne branca, magra, quase
sem espinhas e de sabor delicado, e principalmente por seu preço baixo. Existem
muitos tipos de pescada: branca, amarela, cambucu, grande, média, pequena.
Todas podem ser cortadas em filés e preparadas de diversas formas.
A pescada-cambucu é a mais nobre. Acompanhada de molhos especiais, compõe
pratos finos e muito saborosos.
Pesto:
molho verde, típico da região de Gênova / Itália, preparado com
azeite, alho, pinhole, queijo parmesão e manjericão.
Petit four:
é um pequeno biscoito seco (ou bolo) decorado com geléias, chocolate, açúcar
e outros confeitos. Tradicionalmente servido acompanhando café, chá, sorvetes
ou sobremesas cremosas.
Picante:
alimentos ou molhos bem temperados; nome que se usa para molho salsa picante.
Picar:
cortar em pedaços bem pequenos.
Pimenta bode:
fruto com a aparência de pitanga cuja a cor pode variar do amarelo ao
vermelho, com forte aroma e extremamente picante. É uma das pimentas mais
utilizadas nos pratos regionais do Brasil.
Pimenta
branca:
extraída da pimenta-do-reino tem sabor mais suave que a preta e é
utilizada em pratos mais claros como molho branco, carnes brancas, peixes,
sopas claras e
maioneses. Usada também no tempero de saladas.
Pimenta
Caiena:
especiaria extremamente picante, parte da família da pimenta malagueta.
Natural da América Central pode ser encontrada ao natural ou secas e são
largamente utilizadas em queijos e pratos de peixe, apesar de acompanhar
bem qualquer tipo de carne.
Pimenta-cumari:
tem formato arredondado ou ovalado, é altamente picante, mas pouco
aromática.
Pimenta cumari-do-pará:
possui as mesmas características da cumari, só que é mais perfumada.
Pimenta
da Jamaica:
muito usada na cozinha Síria. Utilize em sopas, molhos, marinados,
bebidas e picles. Combina também com patês, vinha d'alhos, carnes,
berinjela e cenoura. Moída pode ser utilizada em bolos, biscoitos, sorvetes,
pudins, molho para churrasco e picles de ovos. Assemelha-se a grandes
grãos de pimenta, mas seu gosto lembra o sabor de uma mistura de
noz-moscada, macis, canela e cravo-da-Índia. Nos Estados Unidos é
conhecida como Allspice.
Pimenta-de-cheiro:
de formatos variados e perfume marcante, que lhe valeu o nome popular, sua
cor também varia - amarelo, salmão, vermelha e até preta.
Pimenta-do-reino:
em sua forma preta em em pó é utilizada em praticamente todos os tipos de
pratos, como vinha-d’alhos, saladas, peixes,
carnes vermelhas e marinados. Em grãos, também conhecida como
pimenta-negra, entra no preparo de conservas. É originária da Índia.
Pimenta síria ou Bhar:
é uma mistura de especiarias como, pimenta-da-jamaica, canela,
pimenta-do-reino preta e branca, noz-moscada e cravo em pó. Amplamente
usada na cozinha de várias regiões árabes.
Pimenta murupi:
de origem amazônica, é extremamente picante e perfumada. É chamada a
"rainha das pimentas brasileiras", sendo muito usada nos pratos à base de
peixes de água doce.
Pimenta
Vermelha ou Calabresa:
é muito picante e deve ser usada com moderação. Muito utilizada em pratos mexicanos e italianos. Molhos de tomate e saladas,
aves, peixes, frutos do mar, patês e pizzas.
Pimentón:
o mesmo que colorau (termo espanhol).
Pimienta:
o mesmo que pimenta (termo espanhol).
Pimiento:
o mesmo que pimentão (termo espanhol).
Pincelar:
passar determinado líquido, usando um pincel, sobre carnes, tortas, empadas,
etc. para que não ressequem durante o cozimento ou para que fiquem douradas ou
brilhantes, devido ao líquido usado.
Pingue:
o restante das carnes assadas que ficam na assadeira, gordura que cai da carne
ao assar.
Pirarucu:
peixe de água doce comum nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. É
chamado de bacalhau brasileiro. É a maior espécie de escamas do Brasil,
podendo medir mais de 2 metros de comprimento e superar 120 quilos de
peso. É ingredeinte pricipal de um dos mais tradicionais pratos do Norte
brasileiro, o pirarucu de casaca.
Piripiri:
membro da família das pimentas, largamente utilizado na culinária portuguesa,
principalmente nos pratos de caril. Suas sementes são a parte mais picante. Nos
Estados Unidos é mais conhecido como chillies ou hot red pepper.
Pistache:
é uma semente ovalada, de casca dura, bege, com polpa verde ou amarela, do
tamanho de uma azeitona, muito comum nas regiões banhadas pelo
Mediterrâneo. Possui
sabor adocicado e aroma semelhante ao da amêndoa. Serve de aperitivo,
ingrediente ou enfeite de doces e salgados.
Pitada: pequena porção de tempero, que pode
ser segura entre os dedos polegar e indicador.
Pitanga:
fruta tipicamente brasileira. Seu nome vem do tupi e significa "vermelho
Rubro". É de tamanho pequeno e possui formato de baga, com vários sulcos.
Seu sabor adocicado, levemente ácido, e o perfume característico ganharam
preferência no paladar brasileiro. "Comer pitanga no pé" faz parte da
cultura nacional, mas em especial da região Sudeste. Pode ser utilizada em
receitas de suco, refresco, geléias e doces, além de bebidas como os
famosos licor e o conhaque de pitanga.
Pitu:
molusco. Tipo de camarão de tamanho avantajado.
Planchado:
assar carne e servir numa prancha feita especialmente para este fim.
Polpetta:
o mesmo que almôndega (termo italiano).
Polvilhar: salpicar uma superfície com alguma
coisa em pó, que pode ser farinha de trigo, açúcar, sal, canela, etc.
Pomodoro:
o mesmo que tomate (termo italiano).
Pontilhar:
colocar pequenos pedaços de manteiga, queijo, etc, sobre a superfície da
comida.
Ponto
de fusão:
temperatura em que um sólido se transforma em líquido.
Postas: bifes espessos de peixe.
Potage:
termo francês para uma sopa espessa.
Puchero:
termo da culinária
espanhola que designa uma panela de
cerâmica, ou ferro fundido, com um pé de cerca de 30 cm, e mais 30 cm da
panela propriamente dita. O diâmetro é de cerca de 1 palmo. Nessa
panela, eram colocados os ingredientes regionais, e cozidos lentamente, no
calor da lareira. Por essa razão, as receitas de puchero são muito
variadas.
Pupunha:
fruto de uma palmeira de formato e coloração variados. Tem grande valor
energético e alto teor de vitamina A. É consumido ao natural e em pratos
doces e salgados. O palmito de pupunha, com sabor levemente adocicado e
textura crocante, é largamente empregado.
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